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© 2015 por Paula Maria Prado

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Investir em sites e aplicativos pode ser vital para o seu negócio de artesanato

Foto: Smartpayments.News

 

Se nos últimos cinco anos os comerciantes já eram orientados por especialistas a pensar na possibilidade de oferecer ao seu consumidor opções de compras via celular/tablet - ou mobile, como é chamado -, agora essa opção tende a ser vital para a continuidade das vendas.  

 

De acordo com o estudo "Análise do E-commerce no Mundo", divulgado pela empresa de tecnologia Criteo, as compras feitas no terceiro semestre de 2017 via aplicativos já chegam a 16% enquanto via web mobile somam 28%. Houve ainda um aumento de 51% nas transações realizadas via celulares em comparação com o mesmo período do ano anterior. Ou seja, a tendência é que os consumidores sejam cada vez mais ativos e presentes em todos os ambientes de navegação: eles compram em qualquer hora e de qualquer lugar. E é preciso ficar de olho para atendê-los.    

 

"O cliente se digitalizou e ampliou o seu poder de decisão, ele está mudando seus hábitos de compras e vai à loja física informado sobre o que deseja", afirmou em artigo enviado à imprensa, Maurício Trezub, diretor de e-commerce da TOTVS, provedora de soluções de negócios para empresas de todos os portes.

 

"O consumidor da Era Digital quer encontrar tudo no menor tempo possível e com mais facilidade, podendo comprar a qualquer momento – não apenas dentro do horário comercial quando está sentando em frente a um desktop. E, por isso, oferecer alternativas para esse público, que faz suas compras por tablets e, principalmente, por smartphones, é uma questão de sobrevivência para o mercado varejista", continuou o especialista. 

 

Foto: DIR&GE

 

 

A VEZ DOS SMARTPHONES 

 

Para se ter uma ideia da importância do dispositivo mobile na vida do brasileiro, pesquisa recente, realizada pela Ebit, mostrou que nos últimos três meses, o produto mais comprado no e-commerce foi smartphone (26% das respostas), seguido por moda feminina/acessórios (19%), moda masculina/acessórios (15%) e perfumes (12%).

 

"Os consumidores estão abraçando inteiramente as compras on-line em seus celulares e, principalmente as gerações mais novas, estão dando preferência à simplicidade e usabilidade. Não importa se estamos falando de sites, aplicativos, programas ou outros meios, devemos sempre ter em mente a interface do usuário e todas as formas possíveis de utilização do que está sendo desenvolvido", explicou Trezub.

 

Para ele o que importa é garantir uma navegação simples e fazer com que o cliente consiga encontrar o mais rápido possível o que procura. Trocando em miúdos, se você leu até aqui e se convenceu de que será preciso passar a vender on-line seus produtos, não adianta criar um site ou aplicativo difícil de usar. 

 

Foto: Lerner and Rowe Law Group 

 

 

O QUE FAZER? 

 

Ok, eu já sei que preciso, mas como fazer isso? Pesquisando! Se você não pode investir nesse momento em um site/aplicativo da sua loja/ateliê, algumas plataformas já te ajudam a colocar seus produtos artesanais on-line.

 

Mas, antes de optar por um ou outro, veja qual está adequado ao que você precisa, se ele carrega rápido as imagens, se é fácil fazer compras nele... E aí sim, invista. 

 

Fato é pensar nesse tipo de venda não é apenas uma escolha, quem não aderir estará fora do mercado e das opções de compras dos consumidores, uma vez que não será visto. 

 

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Super beijo

Até a próxima

;) 

 

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Quem faz o Sr.Feltrim
Paula Maria Prado
Jornalista por profissão, escritora por paixão e arteira nas horas vagas...
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